15 de junho de 2021

Maranhão ocupa o último lugar no ranking de expectativa de vida

 Maranhão ocupa o último lugar no ranking de expectativa de vida
 Apesar do Maranhão contar com diversos espaços que proporcionam atividades físicas ao ar livre, vários fatores influenciam negativamente (Foto: Reprodução)

De 1940 a 2016, a expectativa de vida dos brasileiros ao nascer aumentou em mais de 30 anos, com um acréscimo de três meses e onze dias em relação a 2015, que era de 75,5 anos.

Enquanto a média de vida no Brasil é de 75 anos, no estado do Maranhão a expectativa de vida não passa dos 70,6 anos. Já os homens, a média é de 66,9. A expectativa de vida do maranhense é a mais baixa do país, fazendo o estado ocupar a última colocação no ranking de expectativa de vida do país.

Os dados são da Tábua de Mortalidade de 2016 divulgados no início do mês de dezembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre os motivos para esse acréscimo estão o avanço da medicina, campanhas de vacinação, políticas públicas focadas em qualidade de vida da população. Apesar do Maranhão contar com diversos espaços que proporcionam atividades físicas ao ar livre, vários fatores influenciam negativamente.

Depois do Maranhão, a menor taxa do país é a do Piauí com 71,1 anos. Os resultados da pesquisa são usados como um dos parâmetros para determinar o fator previdenciário, no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social.

Entre os estados brasileiros, Santa Catarina é o que apresenta a maior esperança de vida, com 79,1 anos; seguido do Espírito Santo (78,2 anos); Distrito Federal e São Paulo, todos com valores acima de 78 anos.

Os dados da Tábua de Mortalidade 2016, constatou que mulheres vivem em média mais do que homens. Enquanto a expectativa de vida dos homens, em 2016, era de 72,9 anos, a das mulheres atingiu 79,4 anos.

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