27 de julho de 2021

Delegados debatem combate as drogas no programa ‘Na Hora’

 Delegados debatem combate as drogas no programa ‘Na Hora’

Os apresentadores do programa ‘Na Hora’, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 13h às 14h, na Rádio 92.3FM, bateram um ‘Papo da Hora’ com o Superintendente Estadual de Repressão ao Narcotráfico no Estado (Senarc), delegado Carlos Alessandro, e o delegado de Polícia Civil da Área Oeste da Capital na SENARC, Thiago Salgado, sobre a Lei de Drogas e o combate ao tráfico de entorpecente no Maranhão.

(Foto: Rádio Notícia Maranhão)

Segundo a Senarc, o número de apreensão de drogas nos nove meses de 2017 é sessenta vezes maior que os doze meses de 2014. Ainda de acordo com o levantamento, o acumulado de apreensão de drogas neste ano é 5.845% maior que 2014, que teve 104,278Kg de entorpecentes apreendidos. Em 2017, 6,2 toneladas apreendidas de janeiro a setembro.

Durante a entrevista, o delegado Carlos Alessandro declarou que o tráfico interestadual de drogas vem crescendo nos últimos anos e os maiores fornecedores do Maranhão são Goiás e Mato Grosso. O tráfico também vem de estados como Alagoas e Belém.

“A rota do tráfico passa pela Região Tocantina, além de outras regiões como a Baixada Maranhense. Por essa razão a unidades regionais do Senarc em Imperatriz e em outros pólos realizam monitoramento em parcerias com as polícias Civil e Militar. Esse ação fez com que grande quantidade de entorpecentes fossem apreendidas, tornando o Maranhão o segundo estado do Norte/Nordeste com o maior número de apreensões de drogas neste ano” frisou o delegado.

O delegado Thiago Salgado destacou a importância da prevenção do uso de drogas como umas das principais armas do combate ao tráfico e diminuição da população carcerária. “Esse assunto envolve a segurança pública e também a saúde pública. Por esse modo todas as entidades federais e estaduais devem debater a questão junto à população”, disse.

Três fatores também foram essenciais para as grandes apreensões no estado. Segundo Alessandro, o contato com a comunidade por meio de um aplicativo denúncias, a chegada de um cão farejador e as reuniões para traçar estratégias fez com que os números de drogas retirados de circulação fossem 124% maior que o mesmo período de 2016.

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