8 de maio de 2021

Cesta básica maranhense é a sétima mais barata do Brasil

 Cesta básica maranhense é a sétima mais barata do Brasil
(Foto: Ilustração)

De acordo com dados do Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos (DIESSE) divulgados nesta terça-feira (05), o preço da cesta básica diminuiu em 21 das 24 cidades pesquisadas. As maiores quedas foram registradas em Campo Grande e Salvador, com quedas de cerca de 7%; e também em Natal e Recife, com quedas entre 5% e 6%.

Uma leve alta foi registrada nas capitais Goiânia, Maceió e Boa Vista, entre 0, 04 % e 1,4%. Porto Alegre manteve-se como a cidade com a cesta mais cara, 445 reais, e Recife foi a capital com menor preço, em torno de R$ 340.

O Maranhão está ocupando a sétima posição comercializando a cesta básica mais barata país. Os produtos da cesta básica maranhense, segundo relatório emitido pela DIEESE, com maior queda de preços registrados em 2017 foram o leite (23,04%) e o feijão, com a queda mais expressiva (56,41%).

No mês passado, o valor da cesta na capital estava custando R$ 367,59. Já este mês, a redução foi de 4,14%, equivalente a R$ 15,23, mesmo com a variação mensal positiva dos preços da farinha (10.94%), da manteiga (22,99%), do pão (4,46%), do tomate (1,72%) e do café (9,14%).

Os principais itens que puxaram a queda no preço da cesta básica foram: óleo de soja, açúcar, tomate, feijão, leite e carne bovina de primeira. O tomate, por exemplo, teve a oferta elevada, com preço reduzido em até 28% em algumas cidades.

Considerando a determinação constitucional, de que o salário deveria cobrir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, e tomando como base a cesta da capital mais cara, o DIEESE, fez a estimativa que o salário deveria valer cerca de R$ 3,7 mil, ou cerca de quatro vezes do salário mínimo oficial atual.

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