21 de abril de 2021

Campanha de vacinação pretende vacinar mais de 34 mil indígenas

 Campanha de vacinação pretende vacinar mais de 34 mil indígenas

(Foto: divulgação)

(Foto: divulgação)

Para reforçar a imunização dos povos indígenas contra gripe, a meta é vacinar 90% dessa população no Maranhão, estimada em 34.388 índios. A vacinação contra a influenza, que prossegue até 1º de junho, tem o objetivo de reduzir internações, complicações e mortes na população alvo, dentre estes os povos indígenas.

Para realizar a mobilização, o Governo do Estado, prefeituras e Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) fomentam ações de imunização em 21 municípios, onde estão registradas estas comunidades.

Até momento, a cobertura superou 50%, com 17.259 índios imunizados contra Influenza em 17 municípios. A vacina contra Influenza protege contra três subtipos do vírus da gripe, incluindo o vírus tipo A, H3N2 e vírus B. Entre os povos indígenas, a vacinação é feita pelos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), que recebem as doses distribuídas pela Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Prevenção

A vacina é considerada uma das medidas mais eficazes de prevenção da doença, inclusive para evitar casos mais graves de gripe.

De acordo com o Departamento de Doenças Imunopreveníveis da SES, os dados de cobertura vacinal registraram ações de imunização dos povos indígenas nos municípios de Amarante do Maranhão, Araguanã, Arame, Barra do Corda, Bom Jardim, Buriticupu, Centro do Guilherme, Fernando Falcão, Grajaú, Itaipava do Grajaú, Jenipapo dos Vieiras, Lajeado Novo, Montes Altos, Nova Olinda do Maranhão, Santa Luzia, Sítio Novo e Zé Doca. Em algumas comunidades, a cobertura superou os 100%.

A Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza começou no dia 23 de abril e seguirá até 1º de junho. São também grupos prioritários da vacinação contra gripe: idosos com 60 anos ou mais; profissionais de saúde; professores das escolas públicas e privadas; crianças de seis meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses, 29 dias); gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto); e grupos de portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, e população privada de liberdade.

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