15 de abril de 2021

Alcione é homenageada pela Mocidade Alegre

 Alcione é homenageada pela Mocidade Alegre

A cantora Alcione foi homenageada pelo enredo da Mocidade Alegre. /Foto: Fabio Tito/G1.

A cantora Alcione foi homenageada pelo enredo da Mocidade Alegre. /Foto: Fabio Tito/G1.

O Carnaval 2018 está sendo inesquecível para o Maranhão. Depois de o Estado ter sido homenageado pela escola de samba Acadêmicos do Tatuapé, na madrugada desse sábado (10), chegou a vez da Mocidade Alegre homenagear a cantora Alcione, a maranhense que conquistou o Brasil com seu incrível talento musical.

A escola foi a terceira a entrar no Anhembi na madrugada deste domingo (11), no segundo dia dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial de São Paulo, com o enredo “A voz marrom que não deixa o samba morrer”.

“Quando a Solange me chamou para ser destaque eu fiquei muito feliz. Porque é um lugar que… Eu gosto de vir trabalhar. Os paulistas gostam de mim, nós temos uma relação. E isso eu vejo aqui no Anhembi, né? No sambódromo. A galera cantou tudo, graças a Deus”, disse a cantora em entrevista ao G1.

A Mocidade Alegre lembrou a trajetória de Alcione, dando foco no seu inesquecível repertório à partir dos anos 1970. A escola levou para a avenida trechos das músicas que ficaram marcadas na voz da Marrom, como “Juízo final”, “O que eu faço amanhã”, “À flor da pele”, “Delírios de amor” e “Não deixe o samba morrer”, sendo este último a base do refrão.

Alcione é a homenageada deste ano pela Mocidade Alegre (Foto: Fabio Tito/G1)

Com 3,5 mil componentes, 23 alas e 5 carros-alegóricos, a escola retratou o quanto Alcione é importante para o Brasil.

A Marrom, que em 2018 completa 70 anos de idade e 45 de carreira, esteve no início do desfile, dando a introdução para o grito de guerra, depois ela correu para subir no carro em que foi destaque, o último a entrar na avenida. A chegada dela do Maranhão ao Rio foi retratada no carro abre-alas. Além disso, um dos pontos marcantes do desfile foi a referência ao bumba-meu-boi e às festas juninas de São Luís, a capital maranhense aonde Alcione nasceu.

“Eu estou muito feliz porque não é todo dia que a gente recebe uma homenagem dessa. E de uma escola de outro Estado, como São Paulo. Fico muito feliz, com a minha família, todos os meus amigos, da Mangueira, do Maranhão, todo mundo”, declarou.

Várias músicas de Alcione são citadas no desfile da Mocidade Alegre (Foto: Reprodução)

A cantora, que nasceu no Maranhão, mas é radicada no Rio de Janeiro, foi ovacionada no final do desfile, o qual trouxe na parte final as cores verde e rosa da Mangueira, que é a escola de coração de Alcione no Rio.

A Mocidade Alegre terminou o desfile dentro do tempo estabelecido e sem nenhum problema técnico. A escola já foi dez vezes campeã do Grupo Especial de São Paulo e em 2017 ela ficou em 6º lugar.

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