8 de maio de 2021

2.103 motoristas foram multados por dirigir alcoolizados

 2.103 motoristas foram multados por dirigir alcoolizados

(Foto: Divulgação/ PRF-MA)

 3.082 motoristas se recuaram a fazer o teste. (Foto: Divulgação/ PRF-MA)

Só este ano, segundo o Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA), 2.103 motoristas foram multados por trafegar sob a influência de álcool nas rodovias que cortam o estado. Já o Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPRv) multou 831 condutores alcoolizados no período de janeiro a setembro deste ano. 3.082 motoristas se recuaram a fazer o teste. O valor da multa por dirigir alcoolizado ou se recusar a fazer o teste do bafômetro é de R$ 2.934,70.

A fiscalização nas rodovias estaduais maranhenses é realizada pelo Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPRv); nas federais pela Polícia Rodoviária Federal e em São Luís por agentes da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), que detém o poder de aplicar as medidas administrativas, sendo obrigado a sempre solicitar o apoio dos órgãos competentes.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), quem for pego dirigindo alcoolizado ou se recusar a fazer o teste do bafômetro pagará uma multa de R$ 2.934,70 e 7 pontos na Carteira de Habilitação Nacional (CNH), que também ficará suspensa por um prazo de 12 meses.

(Foto: Divulgação/ PRF-MA)

Apesar do número de penalidades ainda ser considerado alto, para o capitão subcomandante do BPRv do Maranhão, Alejandro Jaldin, as ocorrências podem diminuir devido a conscientização dos condutores.

“Observamos que muitas pessoas estão aderindo a transportes privados de passageiros, como Uber ou táxi, para se locomoverem quando estão sob o efeito de álcool. Isso ocorre principalmente quando saem de bares e festas noturnas. Quando a pessoa é multada por dirigir embriagada, o veículo é apreendido, porém se o carro estiver todo legalizado e uma outra pessoa habilitada se apresentar no local entregamos no momento”, explicou. “Por meio de campanha de conscientização, principalmente, em bares e restaurantes da capital, mostramos as pessoas abordadas após fazer o teste do bafômetro o quanto uma determinada quantidade de álcool pode interferir no teste”, acrescentou o capitão subcomandante do BPRv Alejandro Jaldin.

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